Empresas Estatais e a inaplicabilidade da Lei de Falências: apontamentos sobre a incidência e consequências do regime jurídico-administrativo

Authors

  • Guilherme de Carvalho-Ribás Pontifícia Universidade Católica - SP

DOI:

https://doi.org/10.64568/rbinf.v15i29.1280

Keywords:

Empresas Estatais, Princípio da supremacia do interesse público sobre o privado, Regime jurídico-administrativo, Direito Administrativo, Inaplicabilidade da lei de falências

Abstract

A partir da decisão do STF no RE 1.249.945/MG, que declarou constitucional a inaplicabilidade da Lei de Falências às estatais, mesmo às que exploram atividade econômica, o artigo examina a criação e a finalidade das empresas estatais no Brasil, distinguindo as exploradoras de atividade econômica das que, indevidamente, utilizam forma empresarial para prestar serviços públicos. Aborda também o regime jurídico-administrativo, fundado na supremacia e na indisponibilidade do interesse público, e seu critério de incidência. Conclui que a vedação à falência é uma restrição do regime jurídico-administrativo, tendo em vista a necessidade de se preservar relevantes interesses coletivos e a segurança nacional, não caracterizando “privilégio” inconstitucional.

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Author Biography

Guilherme de Carvalho-Ribás, Pontifícia Universidade Católica - SP

Mestrando em Direito Administrativo na PUC/SP. Pós-graduado em Direito Constitucional pela PUC/SP, onde também se bacharelou em Direito. Professor convidado de Direito Ambiental da PUC Minas e do Instituto Minere. Advogado em São Paulo

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Published

2026-08-31

How to Cite

CARVALHO-RIBÁS, G. de. Empresas Estatais e a inaplicabilidade da Lei de Falências: apontamentos sobre a incidência e consequências do regime jurídico-administrativo. Revista Brasileira de Infraestrutura|RBInf, Belo Horizonte: Fórum, v. 15, n. 29, p. 115–139, 2026. DOI: 10.64568/rbinf.v15i29.1280. Disponível em: https://www.rbinfdireito.com.br/index.php/rbinf/article/view/1280. Acesso em: 3 sep. 2026.